jan 28 2009

Austrália – Pra ficar ruim, ainda tem que melhorar muito…

australia_movie

Como eu disse no título do post, pra esse filme ficar ruim, precisa melhorar e muito. Pra vocês terem uma idéia do quanto achei péssimo esse filme nem me dei ao trabalho de procurar algo sobre a produção, ediçã, atores e etc. Só sei que tem o Wolverine de X-men no papel do galã e uma loira conhecida (acho que a Nicole Kidman) no papel da mocinha.

O enredo é extremamente fútil, do ínicio ao fim. Muito bom pra quem gosta de se achar inteligente e pensar que ta adivinhando o que vai acontecer na próxima cena. Pois ele é assim, de uma previsibilidade fora dos padrões.

Eu não sei se usaram tela verde em algumas cenas, mas se não usaram, a edição de imagens e produção foi tão precária que parecia que estava sendo usado. Deprimente ver coisas assim.

Ah claro, sem contar nos erros memóraveis. Tipo eu não sei muito de história do cinema, aliás, não sei quase nada. Mas não sabia se em 1939 já tinhamos cinema a cores. E ok. Como eu disse que não irei analisar admitindo que havia. Se havia, por que em Austrália os flashs  que passam do filme  O Mágico de Oz começam em preto e branco e depois fica colorido?!?! A pergunta que não quer calar né.

Também acho que eles estavam com problemas de pessoal. Por que no meio das crianças mestiças tinha un 3 loiros que mais pareciam arianos de tão branquinhos que eram. Claro que não ficavam muito evidente por causa da sujeira que lhes cobriam as faces. Deprimente isso.

O roteiro não podia ser mais clichê. Mocinha perde marido no começo do filme conhece brutamontes, que não se importa com nada mas depois começa a se importar,  então eles começam uma aventura juntos (que é levar uma boiada até um local especifico para para concorrer com o monopólio da carne durante a 2ª grande guerra) e durante a aventura ele percebe que gosta dela e vice-versa. Eca, digno de novela da record.

Com aparentemente 5 finais (é, o filme parece que vai acabar  umas 5x, mas sempre tem mais torturas até o final tão esperado), pra mim as melhor ores cenas foi na boiada, quando o garoto usa seus poderes de X-Men pra salvar a todos e uma passagem logo depois que mostra toda a boiada e eu reparei que tinha um dos bois se divertindo (acho que o boi era gay pois, só tinha boi ali e não vacas aparentemente), uma vez que ele apareceu mais alto que todos um pouco encurvadoe parecia que tava só de duas patas. Então o gang-bang bovino deve ter sido bom.

Em tempos de crise financeira, Autrália é digno de processo por gastos  em produção tão fraca.

A quem tem dinheiro pra queimar. Recomendo esse filme

Au revoir mes amis

Retificação 29/01/09:

Graças à memória da minha amiga Jéssica e ao noss mentor dos primeiros semestres do curso de Economia, N. Gregory Mankiw. Descobri que “O mágico de Oz” foi o primeiro filme exibido à cores no cinema. Mas pq então começaram em p&b e depois ficou colorido?? Vai saber…

Atc. Eu


jan 20 2009

O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button)

the-curious-case-of-benjamin-button-2008

E aí está de novo, mais um filme digno de comentários meus aqui no Le Doute. O filme de que vos falo é O curioso Caso de Benjamin Button, baseado num conto do famoso escritor americano F. Scott Fitzgerald (The Curious Case of Benjamin Button). Dando um resumo: O filme simplesmente conta a história de uma pessoa que nasceu com todas as caracteristicas de quem tinha 80 anos e com o passar do tempo foi rejuvenescendo até…. (assistam o filme).

O filme é contado através da narração de Caroline (Julia Ormond) que acompanha sua mãe no hospital no seus últimos momentos equanto se apróxima o furacão Katrina (vocês lembram dele né?!).A narração é do diário do então Benjamin Button (Brad Pitt), que conta como foi ficar mais jovem a cada dia que passa.

Aparentemente muito básico não?! Pior que não, o filme nos leva a pensamentos sobre vida e morte, sobre significados de coisas que passam despercibidas no caos do nosso cotidiano. Nos transporta para um história que nos prende não só pela forma que é contada mas também pelo que nos é apresentado. Desde o começo do filme, os mais atentos, já notarão (em parte) de como o filme é digno digno de atenção do começo ao fim. E olhe que não foi um trabaho fácil para a dupla de produtores Kathleen Kennedy e Frank Marshall e para o diretor David Fincher (O mesmo de o Clube da luta), pois são apenas 2 horas e 45 minutos de filme aproximadamente, e acreditem, me deixou mais preso à tela do que Senhor dos Aneis, que eu sou tanto fã.

Infelizmente palavras não tenho para descrever como me sentir após sair do cinema, então fico por aqui. Recomendo e muito esse filme. Se não os fizer pensar sobre algumas questões da vida, garanto-lhes ao menos quase 3 horas de um bom entretenimento e exemplos que a sétima arte ainda tem muito a nos presentear

Au revoir et bon soir.

Abaixo a foto da atual capa do livro que originou o filme:

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dez 26 2008

Sete Vidas (Seven Pounds)

Emily e Ben

Emily e Ben

Sou muito suspeito para falar de um filme que é estrelado por um ator que admiro muito, Will Smith. Pra mim o cara é demais, não importa se ele está combatendo aliens (Independece Day), carregando tacos de golfe (Lendas da Vida), dando tiro adoidados pelo velho oeste (As loucas aventuras de James West) ou simplesmente tentando dar uma vida melhor para o filho (Em busca da felicidade). Ele se sai bem em qualquer papel que coloquem pra ele fazer. A prova disso está estreando em todos os cinemas nacionais hoje: Sete Vidas, dirigido por Gabriele Mucino (a mesma diretora de Em Busca da Felicidade).

Sinopse: Ben Thomas é um agente do Imposto de Renda com um segredo trágico que embarca numa extraordinária jornada de redenção que mudará para sempre a vida de sete estranhos. Um mistério intrigante e uma história de amor surpreendente, Sete Vidas levanta questões perturbadoras acerca da vida e da morte, arrependimento e perdão, estranhos e amizades, amor e redenção – e explora as relações que unem os destinos das pessoas de modos surpreendentes – retirado de: http://www.cinemaemcena.com.br/ficha_filme.aspx?ID_FILME=5409&aba=cartazes

O começo do filme deixa o espectador um tanto perdido, os fatos são jogados de tal que nos fazem pensar se valeu realmente a pensa pagar para estar sentado ali. Mas acreditem em mim, VALE. A atuação de Will Smith mostra-se impecavel, Ben Thomas, é uma personagem que durante o filme raramente vocÊ vai conseguir definir ou adivinhar o que está se passando pela cabeça dele. Pode-se dizer que a maneira usada para contar a história foi o “parece mas não é”. Tenho certeza que enquanto estiverem assistino se perguntarão “Que diabos está acontecendo??”. A relação que Ben Thomas cultiva com os demais personagens é no minimo intrigante, uma mistura de auditor que chega pra dizer que o Leão pegou você na malha fina com bom samaritano.
Mas porquê todos aqueles atos de caridade, ou de arrogância tão desconexos?  O que aconteceu com no passado de Ben para que ele esteja agindo dessa forma? Qual o acordo que ele fez com o suposto melhor amigo dele? O que ele tirou  da casa do irmão, o que ele deixou lá e porquê a insistência do mesmo em falar com Ben? Essas são perguntas que só serão respondidas no desenrolar do filme. Não passe o filme tentando descobri-las, as respostas apresentar-se-ão para vocês de maneira espetacular e surpreendente.

Outro fato que quero ressaltar, pode parecer besta, mas chamou minha atenção é uma cena de beijo. Por que me chamou a atenção?? Porque foi a cena mais realista que já vi em filme. A atuação dos participantes é indiscritivel. É de emocionar os mais duros dos corações. Ainda mais depois que você fica sabendo de toda a trama.

Mesmo com um final a lá novela da globo (vocês vão me entender…) o filme é digno de ser visto 1, 2, 3, n vezes e de se emocionar em todas elas.

Aqui deixo minha dica de cinema para esse resto de feriadão.

Em breve um relato de Marley e Eu e Coração de Tinta